CUBANOS DO MAIS MÉDICOS FOGEM PARA OS ESTADOS UNIDOS E AVISAM PELO WHATSAPP

Cinco médicos cubanos do programa 'Mais Médicos' que atuavam em postos de saúde de Guarujá, no litoral de São Paulo, deixaram a cidade na última semana. Na quinta-feira (11) eles avisaram as enfermeiras responsáveis pelas unidades, por meio do WhatsApp [aplicativo de mensagens], que não estavam mais no país e agradeceram o acolhimento. A prefeitura notificou o desligamento dos profissionais ao Ministério da Saúde na última segunda-feira (15).
Antes de saber do envio das mensagens, porém, a Secretaria de Saúde da cidade havia apurado com vizinhos e amigos, que os profissionais tinham partido para os Estados Unidos. O nome deles não foi revelado.
"É importante deixar claro que eles não estavam 'presos' na cidade e têm o direito de ir e vir. O programa prevê três anos de contrato e no Carnaval eles sumiram. Nós já tínhamos procurado nos endereços que temos registrados e soubemos por vizinhos e conhecidos que eles foram para Miami (EUA). Depois nos comunicaram dos recados deixados para as enfermeiras", revelou o secretário de Saúde de Guarujá, Marco Antônio Chagas Conceição.
Os cinco profissionais que deixaram a cidade trabalhavam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da Vila Alice (3), Santa Rosa (1) e um deles, que era da Unidade de Saúde da Família (Usafa) do Jd. Las Palmas, mas atuava no Jardim dos Pássaros.
Outros casos
Essa não é a primeira vez que profissionais do programa deixam a região. Em fevereiro de 2014 um médico cubano que atendia em Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira, interior do Estado, abandonou o trabalho e seguiu para os Estados Unidos da América (EUA). 

Já em setembro uma médica cubana fez o mesmo caminho do colega de profissão e também fugiu para os EUA. Yaumara Perez Garriga trabalhava em São Vicente.
Por João Thiago
Ok. Eles não são presos, mas são vigiados de perto por pessoas designadas para tal, tendo seus passos vigiados, mas como isso é feito por brasileiros, uma hora há vacilo e ai eles fogem para os Estados Unidos, mas isso ocorre apenas com os cubanos.  Tem alguém para negar tal fato?